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A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nesta
quinta-feira, 10, uma Nota
em Defesa da Vida, aprovada em sua 46a Assembléia Geral que
termina amanhã, em Itaici, Indaiatuba (SP). A nota afirma que a
vida humana “não pode ser instrumentalizada, violada ou destruída”
e que deve ser defendida “sempre que ameaçada ou fragilizada”.
Os
bispos reafirmam a posição da Igreja Católica contra
o aborto e convidam “todos a se unirem a nós na defesa da
vida, repudiando as tentativas de legalização do aborto
em nosso País”. Da mesma forma, reafirmam que “o uso
de embriões humanos e sua destruição para a pesquisa
científica, bem como a sua crioconservação, violam
o mais fundamental de todos os direitos, o direito à vida e a indissociável
dignidade da pessoa humana, expressos nos artigos 1º, III e 5º,
caput, da Constituição Federal”.
Reconhecendo
“com gratidão” os avanços das ciências
em defesa da vida, a CNBB lembra, no entanto, que “os princípios
éticos devem sempre orientar os estudiosos e os cientistas para
que a vida humana seja respeitada na sua integridade, desde a sua concepção
até seu declínio natural”. Insistem, também,
que a busca de qualidade de vida através das pesquisas científicas
“deve ser coerente com os princípios da inviolabilidade da
vida humana, da lei natural e do mandamento “não matarás”
(Ex 20,13), que devem ser respeitados sempre”.
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