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A
Igreja não concorda com a forma em que o Sr. Presidente da República
Luiz Inácio Lula da Silva abordou, no Rio de Janeiro, o problema
do uso dos preservativos.
A
posição da Igreja é clara. Sempre o foi. Não
mudou, nem mudará.
Não
repetimos continuamente nosso parecer a esse respeito. O modo de educar
nossos adolescentes e jovens não pode ser feito com base no permissivismo,
incitando-os a um comportamento desregrado.
Precisamos
educá-los baseados em bons princípios consistentes.
Esta
orientação cabe em primeiro lugar aos pais. O filho encontra
na família a primeira e mais importante fonte de formação
desses princípios e valores humanos. Quando os pais atuam assim,
não estão sendo hipócritas. E a Igreja defende os
direitos originários dos pais.
Não
somos hipócritas. Nem o fomos. Nem o seremos. Somos coerentes.
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